Cube Scan está em fase de testes clínicos na Sesa

Cube Scan está em fase de testes clínicos na Sesa

Cube Scan está em fase de testes clínicos na Sesa

Após parceria entre a Radiolife e a Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa), celebrada no dia 29 de janeiro, sete Cube Scans estão em testes clínicos no Laboratório Central do Espírito Santo (Lacen).

O Cube Scan é a solução desenvolvida pela empresa para diagnóstico do novo coronavírus (Sars-Cov-2).  O equipamento está em testes clínicos na Sesa desde o início de fevereiro.

Cube Scan em testes clínicos

Em um primeiro momento, um Cube Scan foi instalado no Lacen para capturar parâmetros iniciais. Em outras palavras, essa é uma fase de coleta de dados que ajuda o equipamento a entender os padrões de comportamento do novo coronavírus quando em contato com radiofrequência, que é a tecnologia utilizada na solução.

Nessa fase, as amostras coletadas no Lacen são inseridas no Cube Scan, que armazena e processa os dados. Logo após o final dessa etapa, será gerado um relatório para o Lacen. Em resumo, esse documento incluirá dados comparativos entre os testes PCR e os exames processados no equipamento da Radiolife.  

O engenheiro eletricista Willians Dias é um dos criadores da solução. Ele explica que a partir do processamento dessas primeiras amostras, o aparelho “aprende a diferenciar uma amostra que tem para uma amostra que não tem Sars-Cov-2”. Sendo assim, o acúmulo dos dados aferidos durante essa fase fica armazenado na tecnologia. Ou seja, uma vez finalizada essa fase de captura dos parâmetros do vírus, não será necessário realizar essa etapa novamente. 

Modo de diagnóstico

Continuando a fase de testes clínicos do Cube Scan na Sesa, tem início a calibração para o modo de diagnóstico. Em síntese, esse é o modo onde o exame em si será realizado. Dias ressalta que a fase de calibração final na Sesa é importante para a apuração de dados de sensibilidade e especificidade. Esses dados vão indicar eventuais ajustes para o pleno funcionamento da ferramenta. 

De acordo com Willians, a estimativa é de que até a próxima segunda-feira (8/3), o Cube Scan entre em modo de diagnóstico. A partir daí, as máquinas vão “usar” os parâmetros para detecção do Sars-Cov-2 fixados na fase anterior.  

Os Cube Scans estão em funcionamento na Sesa em caráter experimental. Um relatório final será submetido à avaliação da Secretaria a fim de chancelar a eficácia do equipamento. 

Comercialização 

Paralelamente aos testes clínicos, a Radiolife está preparando a documentação para o processo de autorizações junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a comercialização do Cube Scan. Logo que saírem as autorizações, será providenciada a fabricação em larga escala.

 

 

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